E voltando uma pouco á 'conversa' sobre condições de nossa nova escola....
E para quando um sitio onde se pode tirar fotocopias, sem ter que ser as 500m de distância...(biblioteca)....
segunda-feira, novembro 23
Aproveitem que a Euribor está abaixo do 1%!!
Castelo de Milfontes está à venda
O Forte de São Clemente, mais conhecido como Castelo de Milfontes, no concelho de Odemira, um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, que 'protege' há mais de 400 anos a foz do Rio Mira, está à venda
Comprado em 1903 em hasta pública, quando «o Estado precisava de dinheiro» e o edifício deixou de ter uma «função militar», segundo explica o historiador local António Quaresma, o Castelo de Milfontes, depois de passar por vários proprietários, está de novo à venda.
Em declarações à Agência Lusa, António Quaresma defende que esta é uma oportunidade para a única fortificação do género no concelho de Odemira regressar para a tutela do Estado e se tornar «um edifício aberto ao público», com «funções culturais» e eventualmente «comerciais».
«Como propriedade privada, vai continuar como um edifício fechado ao público, que poderá ser usufruído por meia dúzia de pessoas», argumenta, destacando que o edifício foi construído em 1602, a mando da realeza, para proteger a região de ataques «de corsários» e «de Inglaterra».
A entrada do Castelo remete qualquer visitante para outros tempos: o acesso à porta principal do edifício é feito por uma ponte levadiça, agora permanentemente deitada, que passa por cima de um antigo fosso, transformado num jardim verde, a partir de onde heras trepam as paredes.
Após ser alvo de obras de recuperação por D. Luís de Castro e Almeida, que adquiriu o imóvel em 1939, o Castelo serviu de residência, mas também de «casa de hóspedes», actividade que manteve até há pouco tempo.
O actual proprietário, que prefere não revelar a sua identidade, revela à Lusa ter decidido há alguns meses vendê-lo, quando verificou já não reunir condições para manter a «casa de hóspedes», tendo confirmado a visita de alguns interessados, «sobretudo portugueses».
Admitindo a possibilidade de venda ao Estado, o proprietário vê o Castelo «uma casa», e considera difícil a «transformação» necessária para que «tenha interesse público», mostrando preferência em «manter o espírito da casa».
António Quaresma reconhece a «importância» da intervenção privada na conservação do edifício, apesar de «obras destinadas a torná-lo mais habitável», que lhe «conferiram um aspecto um pouco diferente», mas insiste: «o caminho a tomar agora é de novo torná-lo um edifício público».
O especialista, destacando a «preservação do Forte em termos arquitectónicos», defende a actuação, como entidade pública, da Câmara de Odemira.
Contactado pela Lusa, o vereador da Cultura, Hélder Guerreiro, confirmou ter conhecimento da situação do imóvel, remetendo eventuais esclarecimentos para o presidente da autarquia, que não foi possível contactar em tempo útil.
Construído na margem direita do Rio Mira, o Forte tem uma vista privilegiada sobre a foz, o que lhe permitiu, em tempos, proteger Vila Nova de Milfontes, localidade que hoje é dos pontos mais visitados do Litoral Alentejano durante o Verão.
O Castelo de Milfontes, alvo frequente das objectivas dos turistas, que geralmente não ousam atravessar o portão fechado, pode ser encontrado à venda, entre várias 'casas de luxo', no site da imobiliária Sotheby’s International Realty.
Fonte: Sol / PM
O Forte de São Clemente, mais conhecido como Castelo de Milfontes, no concelho de Odemira, um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, que 'protege' há mais de 400 anos a foz do Rio Mira, está à venda
Comprado em 1903 em hasta pública, quando «o Estado precisava de dinheiro» e o edifício deixou de ter uma «função militar», segundo explica o historiador local António Quaresma, o Castelo de Milfontes, depois de passar por vários proprietários, está de novo à venda.
Em declarações à Agência Lusa, António Quaresma defende que esta é uma oportunidade para a única fortificação do género no concelho de Odemira regressar para a tutela do Estado e se tornar «um edifício aberto ao público», com «funções culturais» e eventualmente «comerciais».
«Como propriedade privada, vai continuar como um edifício fechado ao público, que poderá ser usufruído por meia dúzia de pessoas», argumenta, destacando que o edifício foi construído em 1602, a mando da realeza, para proteger a região de ataques «de corsários» e «de Inglaterra».
A entrada do Castelo remete qualquer visitante para outros tempos: o acesso à porta principal do edifício é feito por uma ponte levadiça, agora permanentemente deitada, que passa por cima de um antigo fosso, transformado num jardim verde, a partir de onde heras trepam as paredes.
Após ser alvo de obras de recuperação por D. Luís de Castro e Almeida, que adquiriu o imóvel em 1939, o Castelo serviu de residência, mas também de «casa de hóspedes», actividade que manteve até há pouco tempo.
O actual proprietário, que prefere não revelar a sua identidade, revela à Lusa ter decidido há alguns meses vendê-lo, quando verificou já não reunir condições para manter a «casa de hóspedes», tendo confirmado a visita de alguns interessados, «sobretudo portugueses».
Admitindo a possibilidade de venda ao Estado, o proprietário vê o Castelo «uma casa», e considera difícil a «transformação» necessária para que «tenha interesse público», mostrando preferência em «manter o espírito da casa».
António Quaresma reconhece a «importância» da intervenção privada na conservação do edifício, apesar de «obras destinadas a torná-lo mais habitável», que lhe «conferiram um aspecto um pouco diferente», mas insiste: «o caminho a tomar agora é de novo torná-lo um edifício público».
O especialista, destacando a «preservação do Forte em termos arquitectónicos», defende a actuação, como entidade pública, da Câmara de Odemira.
Contactado pela Lusa, o vereador da Cultura, Hélder Guerreiro, confirmou ter conhecimento da situação do imóvel, remetendo eventuais esclarecimentos para o presidente da autarquia, que não foi possível contactar em tempo útil.
Construído na margem direita do Rio Mira, o Forte tem uma vista privilegiada sobre a foz, o que lhe permitiu, em tempos, proteger Vila Nova de Milfontes, localidade que hoje é dos pontos mais visitados do Litoral Alentejano durante o Verão.
O Castelo de Milfontes, alvo frequente das objectivas dos turistas, que geralmente não ousam atravessar o portão fechado, pode ser encontrado à venda, entre várias 'casas de luxo', no site da imobiliária Sotheby’s International Realty.
Fonte: Sol / PM
sábado, novembro 21
Será o Presidente ou o economista a falar??!
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, defendeu este sábado que será através de factores «que estão além dos salários baixos», como inovação e qualidade, que Portugal poderá vencer a concorrência e aumentar a quota de exportações.
«Aquilo que interessa sublinhar é a vontade de inovar, de encontrar factores complexos de competitividade que estão para além dos salários baixos. É por essa forma, pela inovação, pela investigação, pela qualidade que nós conseguiremos aumentar o valor acrescentado nacional e enfrentar com sucesso a concorrência de outros países», defendeu Cavaco Silva, refere a Lusa.
Numa intervenção na fábrica da Tensai Portugal, em Estarreja, o Presidente da República voltou a falar das dificuldades que o país atravessa, nomeadamente os números elevados do desemprego e de endividamento externo, insistindo que, para alterar a situação, é preciso apostar nas exportações.
Fonte: Lusa / Porquinho Mealheiro (PM)
«Aquilo que interessa sublinhar é a vontade de inovar, de encontrar factores complexos de competitividade que estão para além dos salários baixos. É por essa forma, pela inovação, pela investigação, pela qualidade que nós conseguiremos aumentar o valor acrescentado nacional e enfrentar com sucesso a concorrência de outros países», defendeu Cavaco Silva, refere a Lusa.
Numa intervenção na fábrica da Tensai Portugal, em Estarreja, o Presidente da República voltou a falar das dificuldades que o país atravessa, nomeadamente os números elevados do desemprego e de endividamento externo, insistindo que, para alterar a situação, é preciso apostar nas exportações.
Fonte: Lusa / Porquinho Mealheiro (PM)
O maior de todos os pássaros...
Air France começa a operar novo A380, o maior avião civil do mundo
A Air France realiza na segunda-feira a primeira carreira no seu Airbus A380, tornando-se na primeira companhia aérea europeia a operar aquela que é a maior aeronave civil do mundo e também a maior fonte de preocupação para o fabricante.
A companhia francesa - que recebeu o aparelho a 30 de Outubro - vai estrear o A380 na rota Paris-Nova Iorque. Em breve a transportadora receberá um segundo A380, para a linha Paris-Joanesburgo, e um terceiro, para o trajecto entre a capital francesa e Tóquio.
A versão que a companhia francesa vai operar tem capacidade para transportar 538 passageiros com uma autonomia de 13 mil quilómetros. Segundo a empresa, o novo aparelho tem uma capacidade equivalente a um Boeing 777-200 e um Airbus A340-300 juntos, mas com custos de exploração 20 por cento inferiores.
Fonte: Lusa
A Air France realiza na segunda-feira a primeira carreira no seu Airbus A380, tornando-se na primeira companhia aérea europeia a operar aquela que é a maior aeronave civil do mundo e também a maior fonte de preocupação para o fabricante.
A companhia francesa - que recebeu o aparelho a 30 de Outubro - vai estrear o A380 na rota Paris-Nova Iorque. Em breve a transportadora receberá um segundo A380, para a linha Paris-Joanesburgo, e um terceiro, para o trajecto entre a capital francesa e Tóquio.
A versão que a companhia francesa vai operar tem capacidade para transportar 538 passageiros com uma autonomia de 13 mil quilómetros. Segundo a empresa, o novo aparelho tem uma capacidade equivalente a um Boeing 777-200 e um Airbus A340-300 juntos, mas com custos de exploração 20 por cento inferiores.
Fonte: Lusa
Incentivo à produtividade dos alunos de pós-laboral da ESTIG!
Por motivos pessoais, resolvi ficar por Beja este fim de semana. Levantei-me cedo q.b., fui comprar o jornalito e resolvi ir até à biblioteca do Politécnico para tentar pôr alguns estudos e pesquisas em dia.
Surpresa!!!! Bati com o nariz na porta!
Depois de indagar, fiquei a saber que nos últimos tempos, nem à noite (a partir das 20h, creio), nem ao fim de semana há biblioteca aberta.
Meus amigos, nem precisamos da formulação linear para chegar às hipóteses que restam, a um aluno de pós-laboral, se quiser utilizar a biblioteca:
a) Falta umas horinhas ao trabalho, o que estimula a produtividade de forma louca, e vai durante o dia;
b) Falta à primeira aula da noite, e vai para a biblioteca, o que estimula o rendimento académico a níveis nunca vistos;
c) Arranja uma escada e entra por uma janela, ou um pé-de-cabra e vai pela porta principal, às horas que lhe der mais jeito, e contribui para aumento da criminalidade, que até é um indice que tem estado a subir benzinho no nosso País, ao contrário dos já habituais e chatos, PIBs, Produtividade, Poupança, Trocas Comerciais, entre outros!
Pelos vistos o Simplex e o Choque Tecnológico contemplam que pela Net tudo se resolve. Mas se é assim, fechem a biblioteca e façam lá uma loja dos chineses, o espaço até é grandinho, deve valer uns bons eurinhos por mês.
Abraço
VMR
Surpresa!!!! Bati com o nariz na porta!
Depois de indagar, fiquei a saber que nos últimos tempos, nem à noite (a partir das 20h, creio), nem ao fim de semana há biblioteca aberta.
Meus amigos, nem precisamos da formulação linear para chegar às hipóteses que restam, a um aluno de pós-laboral, se quiser utilizar a biblioteca:
a) Falta umas horinhas ao trabalho, o que estimula a produtividade de forma louca, e vai durante o dia;
b) Falta à primeira aula da noite, e vai para a biblioteca, o que estimula o rendimento académico a níveis nunca vistos;
c) Arranja uma escada e entra por uma janela, ou um pé-de-cabra e vai pela porta principal, às horas que lhe der mais jeito, e contribui para aumento da criminalidade, que até é um indice que tem estado a subir benzinho no nosso País, ao contrário dos já habituais e chatos, PIBs, Produtividade, Poupança, Trocas Comerciais, entre outros!
Pelos vistos o Simplex e o Choque Tecnológico contemplam que pela Net tudo se resolve. Mas se é assim, fechem a biblioteca e façam lá uma loja dos chineses, o espaço até é grandinho, deve valer uns bons eurinhos por mês.
Abraço
VMR
sexta-feira, novembro 20
A utopia do mundo rural
"O Governo é acusado de agravar o problema encerrando no interior escolas, maternidades, tribunais (no novo mapa judiciário) e outros serviços públicos. Responde o Governo não fazer sentido manter escolas com menos de dez alunos, serviços de saúde sem um mínimo de movimento que os torne eficazes, tribunais quase sem processos (enquanto outros estão entupidos com montanhas deles), etc. É um ciclo vicioso: as pessoas fogem do interior porque não encontram lá oportunidades de emprego nem uma oferta razoável de serviços públicos (educação, saúde, justiça, etc.). E o Estado e as empresas evitam o interior porque vive lá pouca gente. Até que ponto é possível quebrar esse ciclo vicioso, através de políticas voluntaristas de promoção do desenvolvimento do interior? E quanto custariam elas? O problema não é só nosso. É universal a tendência moderna para as populações irem viver nas cidades. Mais de metade da população mundial já habita em áreas urbanas. No passado pré-industrial não era assim. A ideia de melhorar de nível económico e social era então uma utopia para a esmagadora maioria das pessoas, que ficavam agarradas ao campo, o seu ganha-pão. Com a industrialização tudo mudou. O desenvolvimento económico levou à concentração de pessoas, empresas e serviços públicos nas zonas urbanas. É aí que os investidores encontram mão-de-obra, bancos para os financiarem, serviços do Estado para lhes darem as necessárias licenças, meios de transporte para receberem fornecimentos e expedirem mercadorias, etc. Em Portugal a industrialização começou tarde, depois da Segunda Guerra Mundial. Por isso a saída das pessoas dos campos para as cidades só ganhou escala significativa há meio século. Mas de então para cá acelerou rapidamente. A mobilidade das populações foi intensificada pela cada vez maior abertura das economias ao intercâmbio internacional. A entrada da economia portuguesa na integração europeia (na EFTA, em 1960) aumentou a concorrência sentida por muitas empresas nacionais, mais um factor a incentivar a concentração geográfica de meios. Assim, o desequilíbrio entre um interior pobre, sem indústria, e uma faixa litoral mais desenvolvida não poderia senão aumentar, como aumentou. O fim do "Portugal essencialmente agrícola" também significou a morte previsível (mas raramente prevista) das aldeias. É, com certeza, uma tragédia pessoal para os poucos, geralmente velhos, que ainda lá estão. Vêem desabar o seu mundo com a partida dos mais novos, que procuram formação e emprego onde eles existem (ou parecem existir). Contra esta tendência, tenta-se atrair investimentos privados para o interior com benefícios fiscais. Os resultados são quase nulos. E, na falta de actividades económicas, as estradas que se constroem para quebrar o isolamento do interior servem sobretudo para as pessoas, uma vez instaladas no litoral, irem ao campo, onde muitas possuem segundas residências, nos fins-de- semana ou em férias. O máximo que, com um custo comportável, é possível fazer para travar a desertificação do interior está no desenvolvimento de algumas cidades médias. Cidades como Évora ou Vila Real, que beneficiam de terem universidades - mas não se pode colocar uma universidade em cada centro urbano. A sempre adiada descentralização de serviços (coisa diferente da regionalização) para esses núcleos urbanos médios ajudará, naturalmente, se vier a concretizar-se. Quando a qualidade de vida decai nos grandes aglomerados do litoral (por causa dos engarrafamentos de trânsito, nomeadamente), o progresso das telecomunicações atrai gente para uma vida mais calma em cidades do interior. Mas não haja ilusões: os grandes centros urbanos continuarão a oferecer bens que o interior, mesmo em cidades de média dimensão, não consegue disponibilizar. A nível pessoal e profissional. Há que ser realista, pois. E o pior dos irrealismos é pensar que uma reorganização político-administrativa como a regionalização, feita a partir de cima e sem correspondência em forças vivas locais, seria capaz de inverter a desertificação do interior. A realidade não se esgota no mundo político-partidário que gostaria de inventar mais empregos com mais burocracia."
Francisco Sarsfield Cabral, jornalista, Jornal Público, 17 de Março de 2008
Deixo a seguinte reflexão:
"Toda a gente critica a desertificação do interior do país, pressupondo que a tendência poderá ser invertida. Mas poderá mesmo?"
Nem tudo são boas noticias!!!
OCDE diz que portugueses perdem nível de vida até 2017
Portugal não conseguirá criar emprego nos próximos oito anos e terá o segundo menor crescimento dos 30 países da organização com sede em Paris.Portugal será o segundo país da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) com o menor crescimento entre 2011 e 2017 e os portugueses continuarão a afastar-se do nível de vida ostentado pelos países da Zona Euro. O país, a confirmarem-se as previsões de médio prazo, não conseguirá criar emprego nos próximos oito anos, nem atingir o equilíbrio orçamental.
Fonte: Diário de Noticias
Portugal não conseguirá criar emprego nos próximos oito anos e terá o segundo menor crescimento dos 30 países da organização com sede em Paris.Portugal será o segundo país da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) com o menor crescimento entre 2011 e 2017 e os portugueses continuarão a afastar-se do nível de vida ostentado pelos países da Zona Euro. O país, a confirmarem-se as previsões de médio prazo, não conseguirá criar emprego nos próximos oito anos, nem atingir o equilíbrio orçamental.
Fonte: Diário de Noticias
Isabel Santos, candidata do PS derrotada na corrida à Câmara de Gondomar, é a nova Governadora Civil do Porto. Dos então 18 membros nomeados em Conselho de Ministros, contam-se mais quatro socialistas, que perderam as Autarquicas, mas ganharam a liderança de 1 gorverno civil. Perdeu as eleições? Então meu amigo, como penalização vai para Governador Civil.
Fonte http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=economia
Isto a nivel economico tem 1 efeito social corrosivo.
Fonte http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=economia
Isto a nivel economico tem 1 efeito social corrosivo.
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