“Viver a plenitude do amor, significa acender a chama do amor que todos os seres humanos possuem. É sentir amor sem ter que rotular, sem dar nomes ou ter que direcionar para outro ser, seja ele outro ser vivo externo a nós ou a Deus, a deuses, a santos, aos amigos, etc…
A plenitude do amor é simplesmente sentir amor e manter esse sentimento dentro de si mesmo até que ele extravase e ilumine todo o ambiente. Não importa se estás num dia mau ou num dia bom. Não importa onde moras, qual o teu sexo, se és rico ou se és pobre, .....A plenitude do amor é mais do que tudo isso. É uma força primordial que impulsionará os seres humanos para a evolução da espécie.....
Essa força foi-nos dada mesmo antes de nascermos. É uma lei universal. E cabe a cada um de nós acender a nossa própria chama. Nada nem ninguém pode fazer isso por nós. A evolução de toda a vida humana depende de cada um fazer a sua parte.”
(Texto adaptado)
Encontrei este pequeno texto com o qual me identifico muito, e não resisti a comentá-lo.
O amor, entendido desta forma, é uma atitude de vida, de estar na vida, é quase uma filosofia de vida, ........e é muito difícil de atingir.
E será que esta sociedade onde nos inserimos e onde somos “obrigados” a conviver nos permitirá alguma vez assumir esta atitude de vida? Duvido. Mesmo com muita fé e muita força interior, as solicitações e as agressões á nossa volta são demais, e não nos permitem paz de espírito suficiente para nos elevarmos a este nível.
Sim, talvez com o isolamento total. Mas ai existe um outro paradoxo. O ser humano é por definição um ser social. Salvo raras excepções, que confirmam a regra, o ser humano raramente subsiste ao isolamento. Portanto, isolamento, meditação, reflexão, atitude...não sei, não sei mesmo. Na verdade, o caminho que as sociedades ditas modernas estão a percorrer, é exactamente o contrário de tudo isso.
Não quero eliminar a palavra esperança do meu vocabulário, até porque acredito na força do meu amor, mas ainda estou muito longe de acreditar na força do amor do ser humano. Infelizmente, é a minha experiência de vida que mo sussurra ao ouvido.
De qualquer modo, nesta quadra festiva há que manter acesa essa luz de esperança, de preferência fazendo alguma coisa por isso.
A todos, desejo que consigamos acender e manter acesa, a chama do nosso amor.
Sem comentários:
Enviar um comentário