NOTA INTRODUTÓRIA: Se Portugal conseguisse reduzir o consumo de petróleo em 10%, e aumentasse as exportações em 2%, mantendo-se as importações de outros produtos que não petróleo iguais, a nossa balança comercial EQUILIBRAVA!!
Além disso, para quem quer ter um carro que não seja para grandes viagens, leia com atenção o que vem a seguir, façam contas e veja por quanto vos fica um carro NOVO! E MUITISSIMO ECONÓMICO!
O Conselho de Ministros aprovou hoje a legislação destinada a criar uma rede de abastecimento de energia para carros eléctricos.
O Decreto-Lei hoje aprovado pelo Conselho de ministros não só estabelece as regras para a criação de uma rede piloto para abastecer os carros eléctricos, como também a legislação geral para a mobilidade eléctrica.
A lei tem como objectivo “a introdução e massificação da utilização do veículo eléctrico a nível nacional”, indica o documento.
“Este diploma posiciona Portugal como pioneiro na adopção de novos modelos para a mobilidade, sustentáveis do ponto de vista ambiental, que optimizem a utilização racional de energia eléctrica e que aproveitem as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis”, nota o Governo.
Esta rede vai permitir a qualquer cidadão ou empresa utilizar o seu veículo eléctrico e carregá-lo em qualquer ponto da rede de carregamento no país, utilizando um cartão de carregamento, que incluirá soluções de pré-pagamento.
O mesmo Decreto-Lei cria, ainda, o subsídio de 5.000 euros à aquisição, por particulares, de veículos automóveis eléctricos, o qual poderá atingir os 6.500 euros, no caso de haver simultaneamente abate de veículo automóvel de combustão interna, sujeito às condições actualmente vigentes em matéria de abate de veículos.
“O Governo prevê, também, ainda adoptar outras medidas nesta área, como a fixação de majoração de custo em sede de IRC, em aquisições de frotas de veículos eléctricos pelas empresas, em termos a definir, nota o comunicado.
Vitor MArtins Romão
quinta-feira, dezembro 3
FMI: contenção nos salários públicos e subida do IVA
O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a consolidação orçamental em Portugal passa pela redução da despesa, sobretudo da massa salarial dos funcionários públicos.
«A consolidação deve concentrar-se na redução da despesa corrente primária, especialmente da massa salarial do sector público (com base nas recentes reformas da administração pública) e das transferências sociais», dizem os economistas do FMI no artigo IV, dedicado à análise da economia nacional.
O FMI pede, por isso, «muita contenção» nos aumentos salariais para o próximo ano, sobretudo depois do grande aumento, em termos reais, verificado este ano e aponta para a necessidade de sinalizar a contenção salarial ao sector privado.
A principal necessidade, revela o mesmo artigo, «consiste em adoptar rapidamente uma estratégia credível a médio prazo baseada em projecções realistas e medidas concretas».
«A consolidação deve concentrar-se na redução da despesa corrente primária, especialmente da massa salarial do sector público (com base nas recentes reformas da administração pública) e das transferências sociais», dizem os economistas do FMI no artigo IV, dedicado à análise da economia nacional.
O FMI pede, por isso, «muita contenção» nos aumentos salariais para o próximo ano, sobretudo depois do grande aumento, em termos reais, verificado este ano e aponta para a necessidade de sinalizar a contenção salarial ao sector privado.
A principal necessidade, revela o mesmo artigo, «consiste em adoptar rapidamente uma estratégia credível a médio prazo baseada em projecções realistas e medidas concretas».
Portugal vai continuar a crescer menos que a Europa
O Fundo Monetário Internacional estima ainda uma «recuperação fraca e frágil de cerca de 0,5 por cento em 2010», para o nosso país.
No mesmo artigo que passa a pente fino a economia e a actuação dos Governos nos vários países, os peritos avançam que «o crescimento económico parece apontar para uma recuperação fraca e frágil de cerca de meio por cento em 2010» e sublinham que «as perspectivas são pouco melhores a mais longo prazo».
«Portugal deverá continuar a registar um crescimento inferior ao da área do euro e elevados níveis de desemprego», advogam antes de reconhecerem que foram executadas «reformas significativas».
Ainda assim é necessário que «o Governo reduza o seu défice» e as «empresas se tornem mais eficientes», sendo que as famílias devem «poupar mais».
O Fundo Monetário Internacional estima ainda uma «recuperação fraca e frágil de cerca de 0,5 por cento em 2010», para o nosso país.
No mesmo artigo que passa a pente fino a economia e a actuação dos Governos nos vários países, os peritos avançam que «o crescimento económico parece apontar para uma recuperação fraca e frágil de cerca de meio por cento em 2010» e sublinham que «as perspectivas são pouco melhores a mais longo prazo».
«Portugal deverá continuar a registar um crescimento inferior ao da área do euro e elevados níveis de desemprego», advogam antes de reconhecerem que foram executadas «reformas significativas».
Ainda assim é necessário que «o Governo reduza o seu défice» e as «empresas se tornem mais eficientes», sendo que as famílias devem «poupar mais».
Impostos deverão subir
Para conseguir cortar o défice para menos de 3% em 2013, meta que o FMI considera improvável de ser atingida, Portugal terá que «apertar o cinto» a valer. Mas isso pode não chegar.
O Fundo aponta para a probabilidade de vir a ser necessário um aumento de impostos, nomeadamente no IVA, já que a recuperação económica não deverá fazer aumentar o suficiente as receitas do Estado.
Para conseguir cortar o défice para menos de 3% em 2013, meta que o FMI considera improvável de ser atingida, Portugal terá que «apertar o cinto» a valer. Mas isso pode não chegar.
O Fundo aponta para a probabilidade de vir a ser necessário um aumento de impostos, nomeadamente no IVA, já que a recuperação económica não deverá fazer aumentar o suficiente as receitas do Estado.
Fonte: Agência Financeira
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