terça-feira, novembro 24



Fonte: C.E.


Fonte: Jornal Expresso

Código contributivo da Segurança Social 2009 / 2010




Aceda aqui para conhecer na íntegra o novo “Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social” publicado em Diário da República em 16 de Setembro pela Lei 110/2009.
Note que se confirmar o cenário aqui traçado em inícios de Setembro quanto às principais alterações a entrarem em vigor, na sua grande maioria, a 1 de Janeiro de 2010. Nomeadamente:
Este código tem impacto na base de incidência da Taxa Social Única (TSU) alargando a várias formas de remuneração a obrigação de desconto para segurança social, como sejam:
- Os planos complementares de reforma (entre os quais os PPR), seguros de vida e fundos de pensões que são atribuidos/suportados pela empresa;
- Despesas de representação, deslocações e estadas, ajudas de custo, abonos de viagem, abonos para falhas, despesas de transporte e pagamento de “km” (deslocações em viatura própria);
- O valor implícito na atribuição de viatura própria ao trabalhador por parte da empresa;
- Indemnizações por cessação do contrato de trabalho (quando o trabalhador tiver direito a Subsídio de desemprego);
- Participações nos lucros da empresas;
A partir de 2011 deverão registar-se reduções à TSU nos contratos de trabalho de longa duração e um incremento da taxa para contratos de trabalho a termo. Os recibos verdes serão também alvo de incidência de uma taxa reduzida de TSU: 3,5% sobre 70% o valor de cada recibo. Recorde-se que estas alterações estiveram previstas para 2010, mas foram adiadas em virtude da actual conjuntura económica e do ónus que colocam sobre o trabalho mais precário em plena situação de desemprego elevado.

segunda-feira, novembro 23

Fotocopias

E voltando uma pouco á 'conversa' sobre condições de nossa nova escola....

E para quando um sitio onde se pode tirar fotocopias, sem ter que ser as 500m de distância...(biblioteca)....

Aproveitem que a Euribor está abaixo do 1%!!

Castelo de Milfontes está à venda
O Forte de São Clemente, mais conhecido como Castelo de Milfontes, no concelho de Odemira, um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, que 'protege' há mais de 400 anos a foz do Rio Mira, está à venda

Comprado em 1903 em hasta pública, quando «o Estado precisava de dinheiro» e o edifício deixou de ter uma «função militar», segundo explica o historiador local António Quaresma, o Castelo de Milfontes, depois de passar por vários proprietários, está de novo à venda.

Em declarações à Agência Lusa, António Quaresma defende que esta é uma oportunidade para a única fortificação do género no concelho de Odemira regressar para a tutela do Estado e se tornar «um edifício aberto ao público», com «funções culturais» e eventualmente «comerciais».

«Como propriedade privada, vai continuar como um edifício fechado ao público, que poderá ser usufruído por meia dúzia de pessoas», argumenta, destacando que o edifício foi construído em 1602, a mando da realeza, para proteger a região de ataques «de corsários» e «de Inglaterra».

A entrada do Castelo remete qualquer visitante para outros tempos: o acesso à porta principal do edifício é feito por uma ponte levadiça, agora permanentemente deitada, que passa por cima de um antigo fosso, transformado num jardim verde, a partir de onde heras trepam as paredes.

Após ser alvo de obras de recuperação por D. Luís de Castro e Almeida, que adquiriu o imóvel em 1939, o Castelo serviu de residência, mas também de «casa de hóspedes», actividade que manteve até há pouco tempo.

O actual proprietário, que prefere não revelar a sua identidade, revela à Lusa ter decidido há alguns meses vendê-lo, quando verificou já não reunir condições para manter a «casa de hóspedes», tendo confirmado a visita de alguns interessados, «sobretudo portugueses».

Admitindo a possibilidade de venda ao Estado, o proprietário vê o Castelo «uma casa», e considera difícil a «transformação» necessária para que «tenha interesse público», mostrando preferência em «manter o espírito da casa».

António Quaresma reconhece a «importância» da intervenção privada na conservação do edifício, apesar de «obras destinadas a torná-lo mais habitável», que lhe «conferiram um aspecto um pouco diferente», mas insiste: «o caminho a tomar agora é de novo torná-lo um edifício público».

O especialista, destacando a «preservação do Forte em termos arquitectónicos», defende a actuação, como entidade pública, da Câmara de Odemira.

Contactado pela Lusa, o vereador da Cultura, Hélder Guerreiro, confirmou ter conhecimento da situação do imóvel, remetendo eventuais esclarecimentos para o presidente da autarquia, que não foi possível contactar em tempo útil.

Construído na margem direita do Rio Mira, o Forte tem uma vista privilegiada sobre a foz, o que lhe permitiu, em tempos, proteger Vila Nova de Milfontes, localidade que hoje é dos pontos mais visitados do Litoral Alentejano durante o Verão.

O Castelo de Milfontes, alvo frequente das objectivas dos turistas, que geralmente não ousam atravessar o portão fechado, pode ser encontrado à venda, entre várias 'casas de luxo', no site da imobiliária Sotheby’s International Realty.

Fonte: Sol / PM

sábado, novembro 21

Será o Presidente ou o economista a falar??!

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, defendeu este sábado que será através de factores «que estão além dos salários baixos», como inovação e qualidade, que Portugal poderá vencer a concorrência e aumentar a quota de exportações.

«Aquilo que interessa sublinhar é a vontade de inovar, de encontrar factores complexos de competitividade que estão para além dos salários baixos. É por essa forma, pela inovação, pela investigação, pela qualidade que nós conseguiremos aumentar o valor acrescentado nacional e enfrentar com sucesso a concorrência de outros países», defendeu Cavaco Silva, refere a Lusa.

Numa intervenção na fábrica da Tensai Portugal, em Estarreja, o Presidente da República voltou a falar das dificuldades que o país atravessa, nomeadamente os números elevados do desemprego e de endividamento externo, insistindo que, para alterar a situação, é preciso apostar nas exportações.

Fonte: Lusa / Porquinho Mealheiro (PM)

O maior de todos os pássaros...

Air France começa a operar novo A380, o maior avião civil do mundo

A Air France realiza na segunda-feira a primeira carreira no seu Airbus A380, tornando-se na primeira companhia aérea europeia a operar aquela que é a maior aeronave civil do mundo e também a maior fonte de preocupação para o fabricante.

A companhia francesa - que recebeu o aparelho a 30 de Outubro - vai estrear o A380 na rota Paris-Nova Iorque. Em breve a transportadora receberá um segundo A380, para a linha Paris-Joanesburgo, e um terceiro, para o trajecto entre a capital francesa e Tóquio.

A versão que a companhia francesa vai operar tem capacidade para transportar 538 passageiros com uma autonomia de 13 mil quilómetros. Segundo a empresa, o novo aparelho tem uma capacidade equivalente a um Boeing 777-200 e um Airbus A340-300 juntos, mas com custos de exploração 20 por cento inferiores.

Fonte: Lusa

Incentivo à produtividade dos alunos de pós-laboral da ESTIG!

Por motivos pessoais, resolvi ficar por Beja este fim de semana. Levantei-me cedo q.b., fui comprar o jornalito e resolvi ir até à biblioteca do Politécnico para tentar pôr alguns estudos e pesquisas em dia.
Surpresa!!!! Bati com o nariz na porta!
Depois de indagar, fiquei a saber que nos últimos tempos, nem à noite (a partir das 20h, creio), nem ao fim de semana há biblioteca aberta.

Meus amigos, nem precisamos da formulação linear para chegar às hipóteses que restam, a um aluno de pós-laboral, se quiser utilizar a biblioteca:

a) Falta umas horinhas ao trabalho, o que estimula a produtividade de forma louca, e vai durante o dia;
b) Falta à primeira aula da noite, e vai para a biblioteca, o que estimula o rendimento académico a níveis nunca vistos;
c) Arranja uma escada e entra por uma janela, ou um pé-de-cabra e vai pela porta principal, às horas que lhe der mais jeito, e contribui para aumento da criminalidade, que até é um indice que tem estado a subir benzinho no nosso País, ao contrário dos já habituais e chatos, PIBs, Produtividade, Poupança, Trocas Comerciais, entre outros!

Pelos vistos o Simplex e o Choque Tecnológico contemplam que pela Net tudo se resolve. Mas se é assim, fechem a biblioteca e façam lá uma loja dos chineses, o espaço até é grandinho, deve valer uns bons eurinhos por mês.

Abraço
VMR
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