terça-feira, dezembro 8

ESTIG e PRESTÍGIO

Prestígio, s.m. (do Lat. praestigiu) Domínio, fascinação, atracção, grande influência, importância social, respeito, consideração, mérito.

Caros docentes e discentes da mui nobre Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja,

Provavelmente na azafama diária para cumprir as obrigações familiares e laborais (para aqueles que são trabalhadores e estudantes, ou trabalham noutro local e dão aulas na Escola) e ainda ter tempo de pegar nos livros, ir às aulas e tentar terminar uma licenciatura ou possibilitar a outros os conhecimentos que levem a tal objectivo, não temos muitas vezes tempo para parar e pensar. Pensar em quê, concretamente, dirão.
Pois bem, pensar que o vosso trabalho na ESTIG, não será de todo de inferior intensidade e qualidade à maioria daqueles que estão noutras escolas superiores do nosso País. No entanto, algumas delas ao terem um rótulo de prestígio, ao serem reconhecidas como instituições de ensino superior de prestígio, possibilitam a quem lá leciona ou a quem lá se forma, um caminho muito mais fácil em toda a sua vida laboral extra-escola.
É certo que, não é de um dia para o outro que se adquire um estatuto de instituição de prestígio, e muitos são os factores que para tal contribuem, e muitos deles não são facilmente domináveis.
É também certo, que muitos de vós dirão que apenas querem o título de licenciado ou ter o prazer ou o proveito de dar aulas no ensino superior. Pois bem, mas nunca saberão como será o dia de amanhã e com quem terão de disputar um lugar e que lugar. E nesse dia, não será indiferente o vosso curriculum e de onde ele provém!

A ideia, ou o desafio que deixo aqui, e ao qual espero um contributo massivo da vossa parte, é saber de que forma, num curto prazo, podemos, todos nós, contribuir para que a ESTIG seja uma referência nacional, ou pelo menos regional, nas áreas e nos cursos que ministra.

Na parte que me toca, e no que ao curso de Gestão diz respeito, deixo desde já algumas ideias:
a) este blog apesar de ser uma brincadeira, poderá ser um enorme cartão de visita da qualidade da massa cinzenta que anda dentro daquelas paredes modernas; Participem, comentem, postem, sempre com qualidade e empenho, não entrem apenas para ver se mais alguém colocou alguma coisa e mais nada;
b) vamos por de pé uma ciclo de conferências, com figuras de destaque do mundo empresarial e da politica económica, onde, à parte de cor politica ou simpatias pessoais, se discutirá de que forma o Alentejo e Portugal podem realmente andar para a frente;
c) será importante trazer professores de outras universidades portuguesas, para através de colóquios ou aulas suplementares, partilharem connosco as suas experiências. Não que a qualidade daqueles que leccionam na ESTIG esteja em causa. Simplesmente, nos grandes centros como Lisboa e Porto, e respectivas universidades, existem académicos que terão uma experiência e uma forma de abordar os temas que contribuirá para um brain-storming de elevada qualidade, que só contribuirá para elevar a imagem do que de bom aqui se faz!
d) ao abrir a ESTIG a iniciativas deste âmbito, e outras, certamente também estaremos a revelar a nossa qualidade e a derrubar certos falsos estigmas, sobre a qualidade do ensino nos politécnicos do interior.

Mas certamente, muitas outras ideias e opiniões irão chegar. Conto convosco, para que o prestígio seja algo invisível mas presente no nosso curriculum futuro.

Abraço
Vitor Martins Romão

A CULTURA EMPREENDEDORA NACIONAL

É sobejamente conhecido que a imagem tradicional do empresário português não é muito abonatória, pelo menos quando comparada com outros paises avançados.
Assim , um inquérito recentemente feito a gestores estrangeiros radicados em Portugal revela que, em média, os nossos gestores são encarados como sendo demasiado formais , autocráticos, e pouco eficientes na gestão do tempo, alêm de pouco apostarem no planeamento estratégico e no trabalho de equipa. O mesmo diagnóstico é traçado num estudo de Miguel Pina e Cunha, que conclui que, apesar de se terem registado algumas melhorias nos ultimos anos, a qualidade média dos nossos gestores ainda deixa um pouco a desejar. Nomeadamente, segundo este estudo, muitos dos gestores portugueses são um pouco "paroquiais", continuam a improvisar em demasia, tomam resuloções muitas vezes " em cima do joelho" e deixam muitas decisões para a última.
Igualmente, em média, as empresas nacionais tendem a adoptar técnicas de gestão menos sofisticadas do que as utilizadas por empresas estrangeiras sediadas em Portugal.
Num relatório de 2004 do Global Entrepreneurship Monitor é revelado que Portugal tem uma baixa taxa de actividades empreendedoras, nesse ano e nesse relatório referia que só existiam quatro empreendedores em cada cem portugueses.

segunda-feira, dezembro 7

Sondagens do Porquinho

Após duas semanas de porquinho e duas sondagens, podemos concluir:
- 70% dos nossos visitantes acham que muita coisa na ESTIG não tem de ter explicação;
- 0% acha que quem gere a escola toma as opções com base numa perspectiva económica;
- 42% entende que o melhor era privatizar as câmaras municipais, ou seja, quando não doi a ninguém, não há preocupação em curar as feridas!
- 35% acha que só se trabalha nas câmaras antes das eleições, por isso o melhor é haver eleições de 6 em 6 meses!
- E eu acho que andamos a votar pouco!

Abraço!
VMR

sexta-feira, dezembro 4

Dívida Pública aumenta 28 mil mihões e chega a 113%

Pela primeira vez, este ano a dívida do Estado e das empresas públicas à banca e em títulos ultrapassa a riqueza produzida no País. Factura com juros vai subir nos próximos meses
A dívida do Estado, incluindo as empresas públicas, deverá este ano atingir 113,3% do produto interno bruto (PIB), contra 93% do PIB em 2008. Os empréstimos públicos contraídos à economia - no montante de 182,6 mil milhões de euros - através de créditos bancários e em títulos como as obrigações do Tesouro, aumentaram 28 mil milhões de euros, em relação a 2008, uma verba que daria para construir cinco aeroportos como o de Alcochete.
A dívida directa do Estado - contraída junto de investidores portugueses e estrangeiros, para financiar sucessivos défices orçamentais que serviram para pagar despesas com a Saúde, Educação, Defesa, investimentos e salários públicos, pensões - deverá orçar em 132,5 mil milhões de euros, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério das Finanças.
Só a dívida do Estado, sem contabilizar as empresas públicas, no final deste ano deverá representar 81,2% do PIB e, em 2010, deverá alcançar os 90% da produção, atingindo os 100% em 2013, tal como sublinhou o Fundo Monetário Internacional esta semana. Mas, para este ano, isto significa mais despesa para além do estimado em Setembro passado, pelo Instituto Nacional de Estatística, quando se calculava um endividamento de 74,5% do produto. Contas feitas, após sucessivas alterações orçamentais, o Estado endivida-se este ano em 15 mil milhões de euros.
A somar à dívida do Estado, estão os passivos das empresas públicas, a maioria titulados em empréstimos bancários e em emissões de títulos, como as obri- gações. Para não aumentar o défice orçamental, a maioria destas EP são "empurradas" a endividarem-se, assumindo custos financeiros crescentes. No final de Setembro, a dívida conjunta das cerca de 80 empresas publicas atingia os 50 mil milhões de euros, 31% do PIB, de acordo com dados ontem divulgados.
Metade desta dívida está concentrada nas Estradas de Portugal, Refer e CP. Em apenas um ano, estas empresas aumentaram o passivo em 1,8 mil milhões de euros, 1,1% da riqueza do país. O Metro de Lisboa e o Metro do Porto, no conjunto, contraíram dívidas de 6,4 mil milhões de euros e, em apenas um ano pediram à banca mais 700 milhões de euros. Tal como a Refer e a CP, estas empresas estão tecnicamente falidas, com os passivos a superarem já os activos.
E as responsabilidades futuras do Estado não param por aqui. Nas parcerias público-privadas (PPP), os compromissos assumidos para os próximos três anos (até 2012) implicam já uma despesa de quatro mil milhões de euros.

Diário de Notícias

quinta-feira, dezembro 3

UMA OPÇÃO LUMINOSA!

NOTA INTRODUTÓRIA: Se Portugal conseguisse reduzir o consumo de petróleo em 10%, e aumentasse as exportações em 2%, mantendo-se as importações de outros produtos que não petróleo iguais, a nossa balança comercial EQUILIBRAVA!!
Além disso, para quem quer ter um carro que não seja para grandes viagens, leia com atenção o que vem a seguir, façam contas e veja por quanto vos fica um carro NOVO! E MUITISSIMO ECONÓMICO!


O Conselho de Ministros aprovou hoje a legislação destinada a criar uma rede de abastecimento de energia para carros eléctricos.

O Decreto-Lei hoje aprovado pelo Conselho de ministros não só estabelece as regras para a criação de uma rede piloto para abastecer os carros eléctricos, como também a legislação geral para a mobilidade eléctrica.

A lei tem como objectivo “a introdução e massificação da utilização do veículo eléctrico a nível nacional”, indica o documento.

“Este diploma posiciona Portugal como pioneiro na adopção de novos modelos para a mobilidade, sustentáveis do ponto de vista ambiental, que optimizem a utilização racional de energia eléctrica e que aproveitem as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis”, nota o Governo.

Esta rede vai permitir a qualquer cidadão ou empresa utilizar o seu veículo eléctrico e carregá-lo em qualquer ponto da rede de carregamento no país, utilizando um cartão de carregamento, que incluirá soluções de pré-pagamento.

O mesmo Decreto-Lei cria, ainda, o subsídio de 5.000 euros à aquisição, por particulares, de veículos automóveis eléctricos, o qual poderá atingir os 6.500 euros, no caso de haver simultaneamente abate de veículo automóvel de combustão interna, sujeito às condições actualmente vigentes em matéria de abate de veículos.

“O Governo prevê, também, ainda adoptar outras medidas nesta área, como a fixação de majoração de custo em sede de IRC, em aquisições de frotas de veículos eléctricos pelas empresas, em termos a definir, nota o comunicado.


Vitor MArtins Romão

FMI: contenção nos salários públicos e subida do IVA

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a consolidação orçamental em Portugal passa pela redução da despesa, sobretudo da massa salarial dos funcionários públicos.
«A consolidação deve concentrar-se na redução da despesa corrente primária, especialmente da massa salarial do sector público (com base nas recentes reformas da administração pública) e das transferências sociais», dizem os economistas do FMI no artigo IV, dedicado à análise da economia nacional.
O FMI pede, por isso, «muita contenção» nos aumentos salariais para o próximo ano, sobretudo depois do grande aumento, em termos reais, verificado este ano e aponta para a necessidade de sinalizar a contenção salarial ao sector privado.
A principal necessidade, revela o mesmo artigo, «consiste em adoptar rapidamente uma estratégia credível a médio prazo baseada em projecções realistas e medidas concretas».
Portugal vai continuar a crescer menos que a Europa
O Fundo Monetário Internacional estima ainda uma «recuperação fraca e frágil de cerca de 0,5 por cento em 2010», para o nosso país.
No mesmo artigo que passa a pente fino a economia e a actuação dos Governos nos vários países, os peritos avançam que «o crescimento económico parece apontar para uma recuperação fraca e frágil de cerca de meio por cento em 2010» e sublinham que «as perspectivas são pouco melhores a mais longo prazo».
«Portugal deverá continuar a registar um crescimento inferior ao da área do euro e elevados níveis de desemprego», advogam antes de reconhecerem que foram executadas «reformas significativas».
Ainda assim é necessário que «o Governo reduza o seu défice» e as «empresas se tornem mais eficientes», sendo que as famílias devem «poupar mais».
Impostos deverão subir
Para conseguir cortar o défice para menos de 3% em 2013, meta que o FMI considera improvável de ser atingida, Portugal terá que «apertar o cinto» a valer. Mas isso pode não chegar.
O Fundo aponta para a probabilidade de vir a ser necessário um aumento de impostos, nomeadamente no IVA, já que a recuperação económica não deverá fazer aumentar o suficiente as receitas do Estado.
Fonte: Agência Financeira

quarta-feira, dezembro 2

Portugal não vai ser cabeça-de-serie no sorteio

Portugal estará no pote 4, juntamente com a Dinamarca, França, Grécia, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia e Suíça durante o sorteio de grupos do Mundial de 2010, decidiu hoje a FIFA.

Mas Portugal vai ao Mundial???

DR

Desemprego atinge os 10,2%

Pois é meus amigos, com o desemprego a ultrapassar os 10% e com uma estimativa nula de crescimento do pib para 2010, precisamos de bons gestores para dar a volta a isto.

Alguem me dá sugestões para atrufiar estes resultados??


Ps:Mostrem aos nossos ministros a vossa qualidade
Já visitaram o porquinho... »»» Free Hit Counter