sábado, janeiro 2

O melhor do marketing em 2009

O programa é lider de audiências nos EUA há muitos anos. A apresentadora tem uma influência que a coloca no Top 5 das mulheres mais influentes do Mundo. (não era qualquer um que conseguia fechar o centro de uma das maiores cidades norte-americanas para o inico de mais uma temporada de um programa de TV)
Os convidados são de peso, e com uma música espectacular.
Mas vejam o que estes factores, combinados com 100 bailarinos(as), com uma coreografia ensaiada, e estrategicamente posicionados, conseguem fazer em poucos segundos! É a manipulação total de mais de 40.000 pessoas.
Se isto já era marketing do melhor. Então o que dizer do sucesso que noticia teve à escala mundial!??

RESOLUÇÕES DE ANO NOVO - Parte I

Dois factos são incontornáveis quanto analisamos o estado da economia portuguesa: primeiro, o desmesurado endividamento das famílias e segundo, a baixa produtividade que afecta o tecido económico português.
No primeiro caso, existem muitos rácios que estabelecem até onde cada família deveria ir, no que ao endividamento diz respeito, para uns 60% do rendimento disponível, para outros até ao montante do salário mais baixo dos membros do casal, e muitos outros. São ambíguos e de difícil implementação numa sociedade como a nossa. Mas do que ninguém tem dúvida, é que no estado actual as coisas não terão bom final. Importa reduzir o endividamento familiar. E como o aumento dos rendimentos de cada um é incerto, ou mesmo impossível, terá de ser cortando nos gastos - créditos - que o caminho deve ser trilhado.
No segundo caso, é por demais evidente que com uma produtividade 40% abaixo das mais competitivas não chegaremos a lado nenhum, a não ser ao fracasso. Importa arrepiar caminho, e deste gestores a trabalhadores, aumentar o produto do nosso trabalho, tornarmo-nos eficientes e eficazes.
MAS QUE RAIO TEM ISTO TUDO A HAVER COM RESOLUÇÕES DE FINAL DE ANO!??
Pois bem, tem tudo. Mais, tem tudo a ver com resoluções pessoais para atingir os objectivos que pretendo, e acima de tudo, pelo caminho que pretendo!
Tal como no caso do endividamento, por mais que eu tente, as horas e os minutos de cada dia, e os dias de cada mês não aumentam, assim como o rendimento não aumenta. Então para que realize o que me dá realmente prazer e realização, só tenho de cortar nas tarefas dispensáveis, como no caso dos gastos. Afinal trata-se da forma como gasto o meu tempo.
Ao longo destes anos todos, dou por mim a queixar-me da falta de tempo que cronicamente me afecta. Deixando muitas vezes de lado momentos com aqueles que gosto e que merecem muito mais do meu tempo. No entanto, não é tempo que falta, é organização e capacidade de decidir o que é mais importante em cada instante. Sucesso profissional não implica abdicar de tudo em função do trabalho. Sucesso académico não significa que tudo o que diga respeito ao curso tenha de estar em primeiro lugar.
Nada disso, uma balança de consciência será a partir de hoje o meu melhor acessório, a cada momento devemos pesar o que é mais importante para nos sentirmos bem connosco próprios no futuro, e seguir esse caminho. E se a escolha for criteriosa e bem ponderada, não estou a ver nenhuma das partes ficar a perder. Nem a profissional, nem a académica, nem a pessoal, nem a politica, nem a desportiva, nem a sentimental, nem quantas mais houverem!
Da mesma forma, chegar ao fim do dia exausto não é sinónimo de produtividade (muitos nem exausto ficam!). Quantas vezes não sentimos, e até comentamos, que andámos o dia todo a mexer e não fizemos nada! Quantas vezes não sentimos que não realizámos nada daquilo que tínhamos planeado?
Mais uma mudança que terei de empreender, e convosco partilho, a do planeamento. A grande diferença de nós portugueses, e eu sou de alma e coração, e os norte-europeus, está no planeamento e no seu cumprimento criterioso. Um dia bem planeado e bem sucedido, é aquele em que realizamos tudo aquilo a que nos propusemos. Mas cuidado, com a minha questão anterior! Planear bem não é arranjar mil e uma tarefa para executar e ficar sem tempo para nada. Não é apenas dar importância a um determinado lado da nossa vida. Equilíbrio e bom- senso!
Há uns tempos atrás, alguém, que muito estimo, enviou-me uma pequena história sobre a gestão do tempo e da ordem de importância que damos às coisas. Um dia pode ser que a partilhe convosco. Mas a moral dessa história é que nem sempre sabemos avaliar quais as coisas realmente importantes que devemos fazer em cada momento, e as restantes, e assim, muitas vezes não fazemos quase nada no devido tempo.
Mais, planear só faz sentido se respeitarmos o plano! Quem não passou pela experiência de planear um dia numa agenda e depois acontecerem-lhe inúmeros situações que levam a alterar tudo no próprio dia?! Eu pessoalmente sou perito em fazê-lo, e para que a minha consciência não se revolte comigo no final do dia, digo que tudo o que apareceu de novo era muito importante e justificou a alteração. Treta, da mais refinada, mas treta. Quando existe planeamento efectivo, e cultura de o cumprir, os imprevisto são resolvidos sem alterar o mesmo. Temos de saber, e preparar quem nos rodeia, para delegar, para ter estruturas prontas para serem mais eficientes na resolução de imprevistos.
Meus amigos, desabafo convosco porque muitos de vós já fazem parte do meu quotidiano, e como tal poderão estranhar algumas mudanças na minha forma de estar no dia-a-dia. Desabafo porque talvez muitos não tenham ainda parado a pensar o quanto estas duas questões nos estragam a qualidade de vida e de quem nos rodeia. Desabafo porque assim terei mais umas dezenas de pessoas a cobrarem-me o seu cumprimento.
Abraço deste vosso amigo.

sexta-feira, janeiro 1

Por 2 segundos vamos deixar de economices!!

Confesso que pensei mais de 1897 vezes antes de publicar este post. Realmente pouco tem a haver com Economia e/ou Gestão, para além do estimulo que pode dar, em parte quebra uma regra que tem sido cumprida (não vulgarizar aqui o blogzito) e é tendencioso (deixa as nossas colegas blogistas em desvantagem), mas NÃO RESISTI.
É dedicado a todos vós, com muito mor e carinho, em particular ao nosso amigo anónimo que anda preocupado com os beijinhos, agora também já tem aqui uns rabinhos para poder falar. Pode ser que assim se entusiasme e se registe.

Bom 2010 para todos!

E o pior está para vir!!!


quinta-feira, dezembro 31

A bancarrota na Grécia e em Portugal

Portugal vai entrar em bancarrota? Provavelmente não, mas essa probabilidade era zero há uma década e é hoje bem alta.

1. A relevância das taxas de juro
Quando um Estado gasta mais do que as suas receitas (um défice), tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis rendem ao seu portador uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se eu ganho o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.

Entretanto, há um mercado activo e líquido onde todos os dias posso vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.
As taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações. Existem dois riscos numa dívida do Estado. Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece raramente. Portugal já não o faz desde 1892; a Grécia, desde 1893; e a Alemanha, desde 1932. Segundo, existe o risco de o Estado imprimir dinheiro e gerar inflação. Embora a quantia a pagar seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia- -o frequentemente. Por isso, quando o Estado português pedia emprestado, pagava uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada à Alemanha.
Com a entrada no euro, este segundo risco desapareceu. Portugal e a Alemanha passaram a ter a mesma moeda, e o controlo da inflação passou para as mãos do Banco Central Europeu. O BCE é independente dos Estados para nunca ceder à tentação de criar inflação para lhes resolver problemas fiscais. A figura 1 mostra a taxa de juro anual paga pela Alemanha nas obrigações a 10 anos entre 2002 e 2007, assim como a taxa paga por outros países da zona euro, incluindo Portugal. Eliminado o risco da inflação, e sendo remoto o risco de bancarrota, com o euro Portugal passou a pagar quase a mesma taxa de juro que a Alemanha.
Para apreciar quão extraordinário isto é, no gráfico está também a taxa de juro paga pelo Reino Unido. O mero risco de desvalorização da libra levou a que Portugal durante estes 6 anos pagasse bem menos pelas suas dívidas do que os honrados súbditos de Sua Majestade, apesar da sua reputação secular de bons pagadores.

2. O período pós-2008
No segundo gráfico vê-se a diferença entre as taxas de juro pagas pela Grécia, Irlanda, Itália, Espanha e Portugal e a taxa de juro paga pela Alemanha desde 1 de Janeiro de 2008. De um diferencial médio de 0,12% entre 2002 e 2007, estes países passaram a pagar desde então taxas de juro acima das alemãs, que na sexta-feira chegaram aos 2,7% para a Grécia. No início de 2009, Portugal pagou mais 1,58% do que a Alemanha, um número tão assustador que me levou a escrever uma coluna no "Expresso" intitulada "O verdadeiro pânico".
Este número revela que os investidores punham uma probabilidade séria de Portugal entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar a Portugal, o que forçaria medidas draconianas que eliminassem em absoluto o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos nos salários dos funcionários públicos, e talvez mesmo a eliminação de programas como o rendimento social de inserção.
Uma alternativa à bancarrota é a saída da zona euro, a recuperação do escudo, e a desvalorização imediata da nova moeda. Esta hipótese é menos plausível. Em primeiro lugar, agora que a dívida portuguesa foi contraída em euros, desvalorizar o escudo só ajudaria se a dívida fosse reformulada em escudos, o que é complicado em termos legais. Para além do mais, desvalorizar o escudo viria com inflação nos dois dígitos, e os muitos produtos importados a que estamos habituados saltariam para preços proibitivos. As dívidas das empresas portuguesas no estrangeiro, denominadas em euros, explodiriam, levando a falências em catadupa e a uma subida em flecha do desemprego. Por fim, o Estado não conseguiria achar investidores a quem vender novas obrigações, forçando o mesmo ajuste repentino das contas públicas. Deixar o euro evitaria a bancarrota formal, mas teria consequências mais graves.

3. Crise financeira e contágio
Como pode este cenário catastrófico ser visto pelo mercado como provável? Antes de imaginar histórias nebulosas de malvados especuladores, relembre-se que qualquer pessoa pode comprar obrigações do tesouro portuguesas. Se você acha que o mercado está errado nesta avaliação, deve aproveitar-se da taxa de juro apetecível neste instante.
Umas semanas depois do meu artigo no "Expresso", tive de discutir numa conferência académica o novo trabalho de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff (acabado de sair em livro). Estes dois autores documentaram a história das muitas crises financeiras dos últimos 200 anos. Uma das suas conclusões é de que quase todas as crises levam à bancarrota dos Estados com contas públicas mais frágeis. A crise financeira de 2008-09 e os nossos falhanços sucessivos em controlar as contas públicas explicam a percepção de bancarrota revelada pelas taxas de juro.
Mesmo assim, a primeira bancarrota seria provavelmente na Grécia. A Irlanda também estava em perigo, mas depois de medidas corajosas para controlar o défice nas últimas duas semanas, a sua taxa de juro caiu a pique. A Grécia tem uma dívida pública maior do que Portugal (em parte devido à aventura dos Jogos Olímpicos e do novo aeroporto de Atenas), um défice maior, e uma história recente marcada por truques contabilísticos de fazer corar até os nossos políticos. No último mês, os gregos recusaram tomar medidas de controlo do défice, continuando a endividar-se a grande ritmo.

Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal. Uma olhada rápida à figura 2 mostra que se a Grécia cair, a pressão cairá de seguida sobre Portugal, Espanha e Itália.
Pode prever-se com certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio. É difícil, no entanto, não ter insónias sobre o assunto.

4. Respostas postiças
Como sempre, quando o problema é sério, surgem argumentos postiços que menorizam a questão. Primeiro, pode olhar-se para a figura 2 e notar que o Reino Unido está a pagar a mesma taxa de juro que Portugal. Mas o Reino Unido tem a libra, Portugal o euro. A taxa de juro inglesa reflecte o risco (normal) de desvalorização da libra em relação ao euro; a taxa de juro portuguesa reflecte exclusivamente o risco de bancarrota.
Segundo, pode esperar-se que os países ricos da zona euro, como a Alemanha e a França, venham em nosso socorro. Mas partir daqui para concluir que não há problema é um disparate. Se os alemães pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe quão draconianas são as medidas para pôr as contas em ordem. Como descreveu Luís Campos e Cunha no "Público" há poucos dias, Portugal transformar-se-ia num protectorado da Alemanha.

5. Conclusões
Portugal vai entrar em bancarrota? Provavelmente não. Mas a possibilidade de isso ocorrer era praticamente zero há uma década e hoje é bem alta. Uma simples chance em cem de renegarmos as nossas dívidas pela primeira vez desde 1892 é assustadora.
Como qualquer pessoa afundada em dívidas, Portugal tem duas opções. Uma é ganhar mais dinheiro com um aumento no crescimento económico. Há uma década que Portugal não cresce. A outra é corrigir o défice público, o que nesta altura de recessão só tornaria a vida dos portugueses ainda mais difícil. Se Portugal tem estas escolhas dolorosas só tem de se culpar a si mesmo pela irresponsabilidade do crescimento do Estado e pela acumulação de dívida pública nos últimos 20 anos.
No mínimo, exige-se aos nossos governantes que tranquilizem os nossos credores com intenções claras, apoiadas por medidas concretas, de controlo das finanças públicas e promoção do crescimento económico. Continuar a esconder o problema dos portugueses, entretendo-os com telenovelas de insultos na Assembleia da República e temas fracturantes no topo da agenda só levará mais depressa ao precipício.

por Ricardo Reis, Publicado no Jornal Diário “i” em 21 de Dezembro de 2009

quarta-feira, dezembro 30

Justiça. Uma alavanca para o crescimento económico?

Tem-se ouvido muito ruído, nestes últimos tempos sobre a justiça em Portugal. Conscientemente, acredito que com um sistema judicial transparente, equidativo e para todos, irá trazer mais investimento para Portugal. Ou então para qualquer outro país de Africa que esteja em vias de desenvolvimento. Sim, Africa, porque só num país em desenvolvimento é que a justiça está subdividida entre pobres e afortunados. Oiço muita gente nessa caixinha mágica, de nome televisão, a dizer que a justiça é complexa. Ora, parece-me que a justiça é complexa na sua execução, e é por isso que os advogados e juizes queimam as pestanas a estudar tijolos cheios de anotações durante a sua vida académica e profissional.
Mas a justiça tem de ser cristalina no momento em que exerce o seu poder, para que o pastor da serra, com a quarta classe, seja capaz de compreender a decisão que condena o senhor banqueiro que meteu ou desviou (e não roubou como é apelidado à classe pobre) milhões ao bolso.
Subitamente olhamos à nossa volta e vimos um barco a ir lentamente ao fundo, contundo os seus marinheiros continuam a bordo, preocupados unicamente em salvar os seus bens pessoais do que propriamente evitar que o barco afundasse. É um lastro de egoisto que apenas acelera o desastre. Ao contrário do Titanic, a justiça portuguesa colidiu com um icebergue chamado "poder politico".
Boas leis são essenciais para o desenvolvimento económico. Sem elas não conseguimos nada, mas precisamos também de uma boa justiça, ágil, com pessoas preparadas e competentes à margem de qualquer tipo de pressão.
Já dizia o admirável Medina Carreira que "O grande motor do crescimento económico é a sociedade, os seus grupos privados e os cidadãos, por isso devemos dar-lhes condições de crescer".
HAJA SAÚDE e FELIZ 2010
ncanhita

"Temos um défice assustador"

A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB. Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande". Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”."Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=402735

Inês Nunes

1000 de muitos mais!

Parabéns
a todos aqueles que postam, cometam ou simplesmente visitam o Porquinho Mealheiro,
atingimos no passado dia 26 de Dezembro as 1000 visitas!
Espero que sejam as primeiras 1000 de muitas 1000!
Mas preferirei que sejam muitas menos 1000, mas que haja muito mais post e comentário do que até agora! Espero que saiam da toca e publiquem e opinem!

Conto convosco e já agora feliz NATAL (sei que já passou), que para mim não ligo especialmente, e lembrem-se que o ano tem, pelo menos, mais 364 dias, que mereciam os mesmos sentimentos que cada um tem neste dia a que chamam Natal!

Abraço apertado a todos os amigos
Já visitaram o porquinho... »»» Free Hit Counter