segunda-feira, dezembro 7

Sondagens do Porquinho

Após duas semanas de porquinho e duas sondagens, podemos concluir:
- 70% dos nossos visitantes acham que muita coisa na ESTIG não tem de ter explicação;
- 0% acha que quem gere a escola toma as opções com base numa perspectiva económica;
- 42% entende que o melhor era privatizar as câmaras municipais, ou seja, quando não doi a ninguém, não há preocupação em curar as feridas!
- 35% acha que só se trabalha nas câmaras antes das eleições, por isso o melhor é haver eleições de 6 em 6 meses!
- E eu acho que andamos a votar pouco!

Abraço!
VMR

sexta-feira, dezembro 4

Dívida Pública aumenta 28 mil mihões e chega a 113%

Pela primeira vez, este ano a dívida do Estado e das empresas públicas à banca e em títulos ultrapassa a riqueza produzida no País. Factura com juros vai subir nos próximos meses
A dívida do Estado, incluindo as empresas públicas, deverá este ano atingir 113,3% do produto interno bruto (PIB), contra 93% do PIB em 2008. Os empréstimos públicos contraídos à economia - no montante de 182,6 mil milhões de euros - através de créditos bancários e em títulos como as obrigações do Tesouro, aumentaram 28 mil milhões de euros, em relação a 2008, uma verba que daria para construir cinco aeroportos como o de Alcochete.
A dívida directa do Estado - contraída junto de investidores portugueses e estrangeiros, para financiar sucessivos défices orçamentais que serviram para pagar despesas com a Saúde, Educação, Defesa, investimentos e salários públicos, pensões - deverá orçar em 132,5 mil milhões de euros, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério das Finanças.
Só a dívida do Estado, sem contabilizar as empresas públicas, no final deste ano deverá representar 81,2% do PIB e, em 2010, deverá alcançar os 90% da produção, atingindo os 100% em 2013, tal como sublinhou o Fundo Monetário Internacional esta semana. Mas, para este ano, isto significa mais despesa para além do estimado em Setembro passado, pelo Instituto Nacional de Estatística, quando se calculava um endividamento de 74,5% do produto. Contas feitas, após sucessivas alterações orçamentais, o Estado endivida-se este ano em 15 mil milhões de euros.
A somar à dívida do Estado, estão os passivos das empresas públicas, a maioria titulados em empréstimos bancários e em emissões de títulos, como as obri- gações. Para não aumentar o défice orçamental, a maioria destas EP são "empurradas" a endividarem-se, assumindo custos financeiros crescentes. No final de Setembro, a dívida conjunta das cerca de 80 empresas publicas atingia os 50 mil milhões de euros, 31% do PIB, de acordo com dados ontem divulgados.
Metade desta dívida está concentrada nas Estradas de Portugal, Refer e CP. Em apenas um ano, estas empresas aumentaram o passivo em 1,8 mil milhões de euros, 1,1% da riqueza do país. O Metro de Lisboa e o Metro do Porto, no conjunto, contraíram dívidas de 6,4 mil milhões de euros e, em apenas um ano pediram à banca mais 700 milhões de euros. Tal como a Refer e a CP, estas empresas estão tecnicamente falidas, com os passivos a superarem já os activos.
E as responsabilidades futuras do Estado não param por aqui. Nas parcerias público-privadas (PPP), os compromissos assumidos para os próximos três anos (até 2012) implicam já uma despesa de quatro mil milhões de euros.

Diário de Notícias

quinta-feira, dezembro 3

UMA OPÇÃO LUMINOSA!

NOTA INTRODUTÓRIA: Se Portugal conseguisse reduzir o consumo de petróleo em 10%, e aumentasse as exportações em 2%, mantendo-se as importações de outros produtos que não petróleo iguais, a nossa balança comercial EQUILIBRAVA!!
Além disso, para quem quer ter um carro que não seja para grandes viagens, leia com atenção o que vem a seguir, façam contas e veja por quanto vos fica um carro NOVO! E MUITISSIMO ECONÓMICO!


O Conselho de Ministros aprovou hoje a legislação destinada a criar uma rede de abastecimento de energia para carros eléctricos.

O Decreto-Lei hoje aprovado pelo Conselho de ministros não só estabelece as regras para a criação de uma rede piloto para abastecer os carros eléctricos, como também a legislação geral para a mobilidade eléctrica.

A lei tem como objectivo “a introdução e massificação da utilização do veículo eléctrico a nível nacional”, indica o documento.

“Este diploma posiciona Portugal como pioneiro na adopção de novos modelos para a mobilidade, sustentáveis do ponto de vista ambiental, que optimizem a utilização racional de energia eléctrica e que aproveitem as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis”, nota o Governo.

Esta rede vai permitir a qualquer cidadão ou empresa utilizar o seu veículo eléctrico e carregá-lo em qualquer ponto da rede de carregamento no país, utilizando um cartão de carregamento, que incluirá soluções de pré-pagamento.

O mesmo Decreto-Lei cria, ainda, o subsídio de 5.000 euros à aquisição, por particulares, de veículos automóveis eléctricos, o qual poderá atingir os 6.500 euros, no caso de haver simultaneamente abate de veículo automóvel de combustão interna, sujeito às condições actualmente vigentes em matéria de abate de veículos.

“O Governo prevê, também, ainda adoptar outras medidas nesta área, como a fixação de majoração de custo em sede de IRC, em aquisições de frotas de veículos eléctricos pelas empresas, em termos a definir, nota o comunicado.


Vitor MArtins Romão

FMI: contenção nos salários públicos e subida do IVA

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a consolidação orçamental em Portugal passa pela redução da despesa, sobretudo da massa salarial dos funcionários públicos.
«A consolidação deve concentrar-se na redução da despesa corrente primária, especialmente da massa salarial do sector público (com base nas recentes reformas da administração pública) e das transferências sociais», dizem os economistas do FMI no artigo IV, dedicado à análise da economia nacional.
O FMI pede, por isso, «muita contenção» nos aumentos salariais para o próximo ano, sobretudo depois do grande aumento, em termos reais, verificado este ano e aponta para a necessidade de sinalizar a contenção salarial ao sector privado.
A principal necessidade, revela o mesmo artigo, «consiste em adoptar rapidamente uma estratégia credível a médio prazo baseada em projecções realistas e medidas concretas».
Portugal vai continuar a crescer menos que a Europa
O Fundo Monetário Internacional estima ainda uma «recuperação fraca e frágil de cerca de 0,5 por cento em 2010», para o nosso país.
No mesmo artigo que passa a pente fino a economia e a actuação dos Governos nos vários países, os peritos avançam que «o crescimento económico parece apontar para uma recuperação fraca e frágil de cerca de meio por cento em 2010» e sublinham que «as perspectivas são pouco melhores a mais longo prazo».
«Portugal deverá continuar a registar um crescimento inferior ao da área do euro e elevados níveis de desemprego», advogam antes de reconhecerem que foram executadas «reformas significativas».
Ainda assim é necessário que «o Governo reduza o seu défice» e as «empresas se tornem mais eficientes», sendo que as famílias devem «poupar mais».
Impostos deverão subir
Para conseguir cortar o défice para menos de 3% em 2013, meta que o FMI considera improvável de ser atingida, Portugal terá que «apertar o cinto» a valer. Mas isso pode não chegar.
O Fundo aponta para a probabilidade de vir a ser necessário um aumento de impostos, nomeadamente no IVA, já que a recuperação económica não deverá fazer aumentar o suficiente as receitas do Estado.
Fonte: Agência Financeira

quarta-feira, dezembro 2

Portugal não vai ser cabeça-de-serie no sorteio

Portugal estará no pote 4, juntamente com a Dinamarca, França, Grécia, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia e Suíça durante o sorteio de grupos do Mundial de 2010, decidiu hoje a FIFA.

Mas Portugal vai ao Mundial???

DR

Desemprego atinge os 10,2%

Pois é meus amigos, com o desemprego a ultrapassar os 10% e com uma estimativa nula de crescimento do pib para 2010, precisamos de bons gestores para dar a volta a isto.

Alguem me dá sugestões para atrufiar estes resultados??


Ps:Mostrem aos nossos ministros a vossa qualidade

domingo, novembro 29

Portugal e Islândia cada vez mais próximos!

Segundo vários organismos, como por exemplo a OCDE, a taxa de crescimento do PIB - na zona EURO - para 2010 será nula - 0% - o que atendendo aos valores negativos deste ano, até não será mau de todo.
Ora, meus caros e minhas caras, e quem é que vai comprar os bens e serviços que geram este PIB??!!. Segundo as mesmas projecções, temos:
- O consumo privado cairá 0,2%;
- O investimento em habitação po parte das familias cairá 3,4%;
- O investimento das empresas cairá 2,1%;
- As exportações (com a taxa de câmbio alta do Euro a ajudar) cairão mais de 1%;
- E as importações, por força da menor procura privada interna, também cairão o mesmo ou menos do que as exportações.
Com todos estes constituintes do PIB a cair, devemos perceber como é que o resultado final será um valor de crescimento 0%:
- não cai porque os Estados vão continuar a comprar mais, o consumo público irá subir 1,4% e o investimento público mais de 6%.

Para a zona Euro já não é grande noticia, mas então para Portugal - que deverá registar valores idênticos - é, no minimo preocupante, já que:
- teremos no final deste ano um defice acumulado de mais de 75% do PIB e uma divida externa que se aproxima desse valor. Se para o ano continuarmos a endividar o Pais ao mesmo ritmo, então o melhor é começarmos a ver as noticias e as reportagens do que se passou na Islândia porque assim, quando ocorrer por aqui, não será novidade!!
BBBOOOOOMMMMMMM!!!

P.S. - De realçar que desde 1974, e antes, nas finaças, na economia e acima de tudo na gestão global de Portugal só tem passado por lá gente de elevada craveira, e grande capacidade e de grande conhecimento. Obrigado pelo belissimo trabalho que têm desenvolvido!

Artigo de opinião de Vitor Martins Romão

quinta-feira, novembro 26

Porquinho Mealheiro

Já é um sucesso este blog. Aqui está um assunto para ser discutivo. Deixem a vossa opinião quer seja Economica, contabilistica, social, etc, mas vamos comentar o que aqui é colocado.

"O Porquinho"
Inventado pelo Francês Eng. Sebastian la Pestre a ideia de usar o porquinho como lugar onde guardar alguns valores monetarios (designado vulgarmente como porquinho-mealheiro) , nasceu no século XVII. Justificando a sua ideia pelo facto que em dez anos uma porca poderia produzir seis milhões de filhotes, concluiu então que este animal representaria bem a idéia de economizar.
Inicialmente a ideia seria quebrar o porquinho quando este estivesse cheio, Mais tarde passou a existir versões com tampas na parte de baixo, que ao serem removíveis, permitiam, ao poupador quando quisesse, retirar suas economias. Qual a vossa opinião, os particulares deviam poupar mais? será isso possivel no momento? Não acham que o estado devia pensar nisso? não em poupar porque não é essa a sua função, mas a colocar dividas dentro do porco desta forma qualquer dia nem precisa ter tampa, ele parte mesmo...
VMPB
Já visitaram o porquinho... »»» Free Hit Counter